quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Animal silvestre não é bicho de estimação. Eles sofrem muito quando ficam fora de seu hábitat natural

19/02/2010 - O tatu obeso de Eunápolis não resistiu aos problemas decorrentes da obesidade mórbida e morreu. Pesando cerca de 16 kg, o animal foi recebido pela Gerência do Ibama do município em dezembro do ano passado. Segundo os técnicos que cuidaram do animal nas últimas semanas, a morte foi decorrente especificamente ao mau-funcionamento do sistema renal do tatu. O Ibama acredita que o problema foi desenvolvido ainda antes da chegada do animal ao local.
O tatu, de 5 anos, foi encontrado morto pela equipe de tratadores do Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), em Porto Seguro, e após submetido ao exame de necropsia, foi identificada a existência de hemorragia pulmonar, associada, entre outros fatores, a insuficiência renal. O peso do tatu era considerado recorde, já que os animais desta espécie costumam ter apenas 6 kg. Leia mais...
Tatu com obesidade mórbida entregue ao Ibama na Bahia


02/12/2009

Gente,

Acho o fim da picada esse pessoal que tira um animal silvestre da natureza para criá-lo como se fosse um bichinho de estimação. O bicho tem necessidades que só a própria natureza pode suprir. Vejam o que aconteceu com esse pobre tatu na Bahia: ele se transformou em um obeso mórbido!! Vocês têm noção do que esse bicho sofreu até chegar a esse ponto? E do que ele ainda sofre agora para emagrecer? Para que tiraram esse pobre tatu da natureza? Apenas para privá-lo de sua liberdade e deixá-lo seriamente doente!!! Se você quer um animal, adote um cãozinho ou gatinho, que são animais domesticados e há milhares esperando por um lar. Não compactue com a retirada de animais silvestres de seu hábitat natural. Se você quer ter um bicho, primeiro tem que entender e RESPEITAR suas necessidades. Cativeiro é pra bandido, não para animais! Denuncie o comércio de animais silvestres na página do IBAMA.


A matéria a seguir foi originalmente publicada no informativo Capital Gaúcha:

Problemas com peso não são um mal exclusivo dos bichos de estimação domésticos. Animais silvestres criados ilegalmente também podem sofrer com excesso de quilos. É o caso de um tatu diagnosticado com obesidade mórbida, que desafia os veterinários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Eunápolis (BA).
O animal, que tem aproximadamente 5 anos, foi entregue ao Ibama há 15 dias com 16,2 quilos – mais do que o dobro do peso normal, que varia de 3 a 6 quilos. “Agora, o tatu já deve estar com uns 15 quilos, porque ele tem feito muitas atividades físicas. Ele também tem recebido dieta de baixas calorias adequada para seu estado clínico”, explicou o biólogo Lucas Mendonça da Mota.

Segundo Mota, o animal é mantido em uma área em que pode caminhar e ter hábitos semelhantes aos encontrados em tatus na natureza, como escavar o chão.
No cativeiro, o tatu era sedentário. Além de não se movimentar nem para buscar comida, o animal se alimentava exclusivamente de fubá de milho e galinha fresca. “Na natureza, os tatus ficam o tempo todo em movimento e têm uma alimentação muito diversificada. Consumem vegetais, tubérculos e até carcaças de pequenos animais. A falta total de atividade no cativeiro fez com que ele chegasse a esse peso”, disse Mota.

Apenas para comparação: tatu na natureza, com peso normal

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